sexta-feira, 24 de maio de 2013


segunda-feira, 20 de maio de 2013


Ela disse o que poderia ser dito.
Naquele momento ele a chamou:
Profana!
Com gracejo ela se fez de desentendida - no íntimo bem sabe ela, profana...
Mas pergunta mesmo assim:
Eu?
Perdi a meada, ante ao miado sussurrante dela, revoltando a dizer:
Não sou, não sou profana, nem corrupta ao menos, sou!
Banho-me em ouro, isto sim, todas as manhãs, para manter minha cutiz branca e loira, qual as deusas que me forjaram em Atenas.

sexta-feira, 17 de maio de 2013


segunda-feira, 13 de maio de 2013


“Minha religião é não ter nada do que se arrepender quando morrer”.
Jetsum Milarepa
Dias pesados se sucedem confusamente 
Há dias em que a ...
Nada de silêncio, nada em silêncio.